Inscrições para os Workshops e Palestra Gratuitos da X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA 2017

Inscrições abertas para os Workshops e Palestra “GRATUITOS” da X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA

·      Workshop Técnica Cunningham com Gícia Amorim das 15h às 17h no Domingo – 03/12/2017.

O workshop tem por objetivo geral abordar a técnica de dança de Merce Cunningham, seus fundamentos e as posições de tronco específicas dessa técnica. Serão explorados deslocamentos complexos no espaço com ênfase no uso e controle de tronco e nas combinações de concordância e oposição entre movimentos de tronco e movimentos de membros inferiores, em velocidades variadas e saltos, solicitando gradualmente maior exigência técnica.

 Gicia Amorim Solo GZ 2017 copia

 

·      Workshop Estudos de Movimento para a Cena com Mariana Muniz – domingo 10/12/2017 das 15 às 17h.

 

Fados e outros Afins foto de Cláudio Gimenez (2)

Através dos estudos de movimento, o aluno/artista tem liberdade para pesquisar criativamente suas possibilidades de movimentação, respeitando seu ritmo e tempo individual. Trata-se de um processo de organização de conhecimento em eutonia (bom tônus), através de pesquisa criativa, respeitando os limites e ritmos pessoais.

É um processo de investigação que propõe a expressão pessoal através de estímulos simples e pontuais, possibilitando a experimentação de movimentos conscientes e integradores.

Nos estudos de movimento a memória e a competência seletiva são elementos fundamentais para a composição.

Como sujeito ativo de si mesmo, tem-se a oportunidade de descobrir a origem do movimento e os caminhos que percorrem no corpo. Os estudos proporcionam uma verdadeira comunicação tônica entre os participantes e uma comunicação cênica efetiva.

Além de despertar a consciência do movimento com qualidade, isto é, com economia de esforço e intencionalidade, favorece maior compreensão da funcionalidade do corpo, amplia o repertório de movimentos e promove a liberdade de criação e expressão.

 

▪    Encontro “Alfred Jarry – Dr. Faustroll” com Claudio Willer, sábado 09/12/2017 – 17h às 19h.

IMG_0505

 

Inscrições para os Workshops e Palestra: Encaminhar um e-mail  com  uma carta de intenção para: mostralugarnomadededanca@gmail.com. Escrever  no assunto quais dos eventos deseja participar, pode  inscrever-se em todos, caso desejar.

e-flyer-cartazA3_XMostra-5

Ateliê Coreográfico Gratuito – Corpos Nômades

Ateliê Coreográfico

 CIA. CORPOS NÔMADES dezembro/2017  

GRATUITO

IMG_3748

No dia 16 de dezembro de 2017,  sábado das 15h às 19h,  acontecerá um encontro envolvendo uma vivência corporal, que iniciará com uma aula de técnica de dança contemporânea ministrada por João Andreazzi, em seguida será direcionado a criação coreográfica, onde será abordado os temas referente ao  novo espetáculo  inspirado no mito do Dr. Fausto, abordando o conceito de coreodramaturgrafia utilizado para as criações da Cia. Corpos Nômades.

Os interessados deverão se inscrever, enviando um e-mail com uma breve carta de interesse, breve currículo, com o assunto: “Ateliê Coreográfico Cia. Corpos Nômades dezembro/2017″, para o endereço de e-mail ciacorposnomades@gmail.com .

Para saber um pouco mais sobre a Cia.  Corpos Nômades.

 

 

 

X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA – 2017

MOSTRA LUGAR NÔMADES DE DANÇA CHEGA

NA DÉCIMA   EDIÇÃO, COM PROGRAMAÇÃO INTENSA

e-flyer-cartazA3_XMostra-5

Mostra realizada pela Cia. Corpos Nômades  chega na sua 10ª edição, buscando sempre  trazer um recorte do panorama da produção atual de dança contemporânea,  com uma programação envolvendo espetáculos, workshops e bate-papos.

Entre os dias 01 e 10 de dezembro de 2017, a sede da Cia Corpos Nômades, batizada de Espaço Cênico O Lugar, receberá  15  espetáculos de dança, dois workshops, bate-papos, dentro da X Mostra Lugar Nômade de Dança. Levando ao público uma visão da produção atual da dança contemporânea, bem como de  novas pesquisas e de provocações estéticas. A direção artística da mostra é do coreógrafo João Andreazzi e a Cia. Corpos Nômades conta com o aporte do 20º Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo e da parceria com O Boticário na Dança, através do PROAC-ICMS (Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo).

Durante duas semanas o público poderá conferir trabalhos de nomes como Ruth Rachou (completou 90 anos em 2017), Raul Rachou, Gicia Amorim, InSaio Cia. de Arte (direção Claudia Palma), Mariana Muniz, Ângelo Madureira, Andréia Nhur, Janice Vieira e  a Cia Corpos Nômades que apresenta um work-in-progress da  nova criação inspirada  no mito do DR. Fausto.

Além desta programação, a mostra também apresenta a Sessão Meia-Noite Olho Neles, voltada para novas criações e novos talentos da dança, entre elas os selecionados de 2017 do programa de residência artística “Lugarização”, que acontece na sede da Cia Corpos Nômades e tem como objetivo proporcionar um espaço onde os artistas possam desenvolver seus trabalhos de pesquisa e experimentação em dança contemporânea. Além das cinco profissionais participantes da residência – Luisa Coser, Leticia Rodrigues, Maria Basulto, Gabriela Branco e Lilian Wiziaki; estarão presentes: Cia. Tentáculo. Jovem de Dança (direção de Liliane de Grammont), Imo Coletivo (Samya Enes, Fabio Mazione e Cadu Ribeiro) e Talita Florêncio.

Com o objetivo de ampliar a troca e disseminação de informações e ideias, a mostra contempla bate-papos, dentro de Tea Time: O Lugar em Reflexão, que acontece aos sábados, sempre às 16 horas, no sábado 02/12 a mediação da conversa será de Célia Gouvêa.  Ainda na programação, dia 03/12 (domingo) acontecerá um Workshop de Dança Técnica Cunningham com Gícia Amorim.  No domingo 10/12 um Workshop Estudos de Movimento para a Cena com Mariana Muniz. No dia 09/12/2017 –  sábado das 17h às 19h – Palestra sobre Alfred Jarry (autor do Gestas e Opiniões de  DR. Faustroll ), com Claudio Willer. Todos eventos gratuitos.

Durante o período da Mostra teremos um video documentário sobre a vida da artista Ruth Rachou, que em 2017 completou 90 anos de vida, foram e são décadas dedicadas à  dança.

Nesta décima edição a Mostra faz parceria com a XI Mostra de Fomendo à Dança de São Paulo.

Esse evento, segundo João, marca os dez anos de existência do Espaço Cênico O LUGAR, inaugurado em 2007 e ganhador do Prêmio APCA 2010 (Associação Paulista de Críticos de Arte) por Modelo de Espaço de Difusão de Dança. “Há nestas ações a motivação de dividir o espaço físico para apresentação de trabalhos e para residências, e possibilitar o compartilhamento de ideias e de procedimentos criativos entre as companhias e os artistas independentes”, comenta Andreazzi.

PROGRAMAÇÃO

X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA –  edição 2017

Última Semana 

2ª SEMANA da PROGRAMAÇÃO – 08, 09 e 10  de dezembro de 2017   (sexta às 21h, sábado e domingo às 20h30).

CIA. CORPOS NÔMADES – “#DR. FAUSTROLL 01”

#Dr. Faustroll 01 - 1

Work-in-progress (Pré-estreia) do novo espetáculo da Cia. Corpos Nômades, que utiliza como inspiração o mito do Dr. Fausto, desde Marlowe até Alfred Jarry.

O que serviu fortemente de impulso para o nascimento desta nova criação, além do surrealismo, da patafísica  e do acaso,  foi a relação com o poder, com o desejo do eterno e o de atingir o absoluto, que é a alma. A essência o âmago da questão do mito de Dr. Fausto,muito bem visitado por Goethe no seus: Zero, o 01 e o 02 Dr. Faust, escritos ao longo de sua vida.       Já O Dr. Faustroll de Alfred Jarry, que foi  publicada postumamente em 1911, faz deste personagem, que nasce já com 63 anos, o “fundador”da Patafísica.  Nesta nova montagem buscou-se projetar a noção/imagem ao corpo do intérprete,  da junção faustrólica, patafisica,  surrealista e das diversas citações e navegações contidas na obra de Jarry.

Ficha Técnica Concepção e Direção: João Andreazzi Elenco:  Gervasio Braz,  Rossana Boccia, Vagner Cruz, Cristiano Bacelar e João Andreazzi Assessoria Poética: Claudio Willer  Tradução: Éclair Almeida filho Trilha Sonora: Diogenes Junior  Video Arte: Daniel Carvalho Iluminação: Décio Filho Figurino: David Schumaker Cenário: Cia. Corpos Nômades e David Schumaker Músicos que participaram do processo: Alexandre Rosa, Guisado e Rica Bigio Duração: 40 minutos

 

▪    Cia. MARIANA MUNIZ de Dança e Teatro – Fados e Outros Afins

Fados e outros Afins foto de Cláudio Gimenez (2)

Um mergulho nas águas, paisagens e palavras luso-brasileiras e um convite à escuta dos fados portugueses e cantores brasileiros. Com Fados e Outros Afins a bailarina e atriz Mariana Muniz, sob a direção de Maria Thaís, faz uma imersão em suas origens de brasileira e nordestina, numa dramaturgia, concebida a partir de seu corpo, como uma viagem poética de Lisboa a Recife.

Ficha Técnica: Coreografia e interpretação: Mariana Muniz Direção Artística: Maria Thaís Assistente de Direção, Cenografia e Fotos: Cláudio Gimenez Dramaturgia: Murilo de Paula e Carlos Avelino de Arruda Camargo Trilha sonora: Divanir Gattamorta Figurinista: Chris Aizner  Desenho de luz: Aline Santini Cenografia: Julio Dojcsar e Rogério Santos  Operação som: Luciano Renan Coordenação de Produção: Rafael Petri (MoviCena Produções) Duração: 45 minutos

 

·      Cia. InSAiO de Arte (dir. Claudia Palma) – Abissal

iN SAiO_Abissal_foto Claudio Higa 050_

Abissal é um trabalho de dança  que se configura por meio da corporeidade dos intérpretes, do espaço e do som. Cada artista desenvolve seus padrões corporais numa construção poética de profundidades individuais, como se cada um pudesse mergulhar dentro de si, criando e recriando justificativas para os nossos padrões artísticos instintivos. O público assiste aos momentos de ida e volta às zonas alcançadas, que trazem imagens como finitude, resistência, perversidade, feminino, opressão, atritos, num ambiente essencialmente denso. Abissal é um convite ao mergulho em forças intrínsecas a todos nós, uma possibilidade de nos mover para dentro e então mover o outro, o espaço.

Ficha Técnica:  Direção geral: Claudia Palma Intérpretes-criadores: Claudia Palma, Natália Franciscone, Renato Vasconcellos e Carolina Canteli (convidada), Música original e ao vivo: Guilherme Marques Cenografia: Suiá Ferlauto Figurino: Claudia Schapira Desenho de luz: Hernandes Oliveira Provocação filosófica: Rodrigo Vilalba Fotografias: Claudio Higa Assistência de produção: Cristina Ávila Produção: Cristiane Klein (Dionísio Produção Cultural) Duração: 45  min

▪    Tea-Time – 09/12/2017 (Lugar em Reflexão) encontro com todos os artistas envolvidos e o público. Mediação de João Andreazzi – Sábado às 16h.

 

▪    Sessão Meia-Noite Olho Neles – 09/12/2017 às 24h

▪    IMO Coletivo ( Samya Enes, Fabio Manzione e Cadu Ribeiro)  Miséria Prima, Rara Palavra

Foto 1

O espetáculo Miséria Prima, Rara Palavra – para Carolina Maria de Jesus é um trio cênico multilinguagens (dança, teatro e música) baseado na obra e na vida da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus. A criação deste espetáculo elabora corporalmente os temas da miséria e da palavra, pontos de apoio da vida e da obra de Carolina. Diferentes camadas dramatúrgicas se compõem como intervenções coreográficas conforme o universo musical criado, uma possível memória sonora do mundo da escritora.

Ficha Técnica: Criação e interpretação: Cadu Ribeiro, Fabio Manzione e Samya Enes Figurino Alex Cassimiro e Valentina Soares Iluminação Celso Melez Fotografia Fabio Minagawa e Fabio Enes Consultora de pesquisa da literatura de Carolina Maria de Jesus Raffaella Andrêa Fernandez

▪       Talita Florêncio – APT.Lab

APT.Lab é um acontecimento sonoro-corporal realizado em um ambiente preparado, onde busca-se tencionar as energias acerca da relação entre corpo e objeto. A performance toma mão da diluição da identidade para uma relação que se conjuga e refaz continuamente entre os contornos do gesto sobre as coisas. Considera-se, assim, o intervalo entre os elementos como espaço relacional e guia da ação, compondo um convívio conjugado entre formas, dimensões, massas, camadas, energias e coisas.

Ficha Técnica: Criação e intérprete: Talita Florêncio. Música: Thiago Salas.

 

▪     LUGARIZAÇÃO (Residência Coreográfica) Apresentações dos resultados das residências artísticas de 2017.

▪ Confissões sobre um tempo sem tempo  –  Letícia Rodrigues

Letícia1 - Foto - wrzaratini

É resultado da residência artística “LUGARIZAÇÃO 2017”. Surtiu de questionamentos sobre o tempo em que vivemos, sobre como vivemos o tempo e como tais percepções afetam nosso modo de viver e perceber o que nos circunda. A partir de tais reflexões, propõe-se diferentes relações com o público a partir da desconstrução da relação artista/palco. No corpo, são explorados gestos cotidianos desconectados de sua função diária, questionando sobre o tempo, sobre a rotina, sobre viver versus (r)existir.

Ficha técnica:  Dança: Letícia Rodrigues Música: Gustavo Infante Figurino: Letícia Rodrigues e Marjoly Lino Desenho de luz: Letícia Rodrigues Fotos: Wrzaratini

 

▪       VOLÁTIL – Gabriela Branco

VOLÁTIL3

V o a
O u s a d a
L a b u t a
Á l t r u í s t a
T r a c i o n a
I n d i g n a
L u c i d e z

Ficha Técnica: Intérprete criadora: Gabriela Branco Figurino: Júlia Melo Trilha Sonora: Levi Freschi Desenho de luz: Gabriela Branco

 

·      Workshop Estudos de Movimento para a Cena com Mariana Muniz – domingo 10/12/2017 das 15 às 17h.

Através dos estudos de movimento, o aluno/artista tem liberdade para pesquisar criativamente suas possibilidades de movimentação, respeitando seu ritmo e tempo individual. Trata-se de um processo de organização de conhecimento em eutonia (bom tônus), através de pesquisa criativa, respeitando os limites e ritmos pessoais.

É um processo de investigação que propõe a expressão pessoal através de estímulos simples e pontuais, possibilitando a experimentação de movimentos conscientes e integradores.

Nos estudos de movimento a memória e a competência seletiva são elementos fundamentais para a composição.

Como sujeito ativo de si mesmo, tem-se a oportunidade de descobrir a origem do movimento e os caminhos que percorrem no corpo. Os estudos proporcionam uma verdadeira comunicação tônica entre os participantes e uma comunicação cênica efetiva.

Além de despertar a consciência do movimento com qualidade, isto é, com economia de esforço e intencionalidade, favorece maior compreensão da funcionalidade do corpo, amplia o repertório de movimentos e promove a liberdade de criação e expressão.

 

▪    Encontro “Alfred Jarry – Dr. Faustroll” com Claudio Willer, sábado 09/12/2017 – 17h às 19h.

Inscrições para os Workshops e Palestra: Encaminhar um e-mail  com  uma carta de intenção para: mostralugarnomadededanca@gmail.com

Já aconteceu:

1ª SEMANA Da PROGRAMAÇÃO – 01, 02 e 03 de dezembro  de 2017 (sexta às 21h, sábado e domingo às 20h30)

·   Ruth e Raul Rachou – Duas ou três coisas que eu sei Dela

Espetáculo Caminhada. 1974. Fotógrafo Sebastião Sauirra.

Grande parte do legado de Ruth Rachou continua com seu filho Raul, que seguiu os passos da mãe em trabalhar e criar dança. Como ele mesmo diz “é a tradição em transformação”. Este solo tem como universo de pesquisa e inspiração a história artística de sua mãe.

Ficha Técnica: Criação: Raul Rachou Interpretação: Ruth Rachou e Raul Rachou Iluminação e operação: Rafael Petri Coordenação de Produção: Ação Cênica Produções Artísticas Foto: Natália Gresenberg Duração: 30 minutos

▪     Grupo Pró-Posição  (Andréia Nhur e Janice Vieira) – Peças Fáceis

Peças Fáceis - Bach

O trabalho propõe um estudo entre dança e música a partir de músicas barrocas de J.S.Bach e C.Petzold. Nesta criação, mãe e filha dançam, cantam e tocam instrumentos numa proposta que nomeiam como “sonorocoreografia”. A partir de memórias musicas comuns, movimentos e sons são produzidos na mesma dimensão temporal, ora por um disparo de voz que é gesto dançado, ora por uma propulsão de instrumento que é corpo.

Ficha Técnica:  Criação e execução: Janice Viera e Andréia Nhur Colaboração artística: Isabelle Launay Iluminação: Roberto Gill Camargo Produção: Paola Bertolini Duração: 40 minutos

 

·      Gicia Amorim – DISSONÂNCIAS

Gicia Amorim Solo GZ 2017 copia

Este projeto de colaboração entre o percussionista Joaquim Abreu e a bailarina Gícia Amorim é o resultado de um processo criativo baseado nos conceitos de independência entre a ação coreográfica e o discurso musical e tem como proposta apresentar obras com linguagens composicionais bastante distintas entre elas.

Ficha Técnica: Coreográfia e Intérprete: Gícia Amorim  Percussão: Joaquim Abreu Obras Músicais: John Cage – 27’10.554”e trio for percussin L.C. Cseko – Noite do Catete 5 – Roberto Sierra – Bongo – O Duração: 25 minutos

 

·   Ângelo Madureira – Delírio

imagejpeg

Espetáculo solo de Ângelo Madureira, foi criado em 1999, após o processo de pesquisa do solo de Bateria feito através da Bolsa de Pesquisa Rede Stagium, em 1998. Neste experimento, Ângelo Madureira buscou no livro Frevo Capoeira e Passo de Waldemar de Oliveira, conceitos sobre o frevo. Nesse livro, Waldemar cita que o frevo é a música e o passo é a dança. Através desse conceito, Ângelo Madureira desenvolveu o solo de bateria, onde substituiu a música do frevo pelo som do rock progressivo, com esse material surgiu a seguinte pergunta: – Se tirar a música do frevo, o que se dança? Como resultado desse questionamento surgiu o espetáculo Delírio, uma obra lúdica, com características fortes da maneira de representar a dança popular em cena.

Ficha Técnica:  Criação, interpretação, figurino e cenografia: Ângelo Madureira  Direção: Ana Catarina Direção técnica, administração e iluminação cenográfica: Juliana Augusta Vieira Assistente de direção e produção: Luiz Anastácio Músicas – Delírio: Matinada, Valsa para Bilu, Biu do Pífano, Caldo de Cana, Maracatu Indiano, Mourama, Laursa, Cocão, Kuarupe e A Cobra de  Ántulio Madureira, Relembrando o Norte de  Severino Araújo Duração: 30 minutos

▪    Tea-Time – 02/12/2017. (Lugar em Reflexão) encontro com todos os artistas envolvidos e o público. Mediação de Célia Gouvêa – Sábado às 16h.

▪    Sessão Meia-Noite Olho Neles – 02/12/2017 às 24h

▪       Cia. Tentáculo  Jovem  (Direção Liliane de Grammont) – Onírico

Onirico por Isabelle Delmondes 21

“Onírico” retrata as fantasias e ilusões do individuo em estado de inconsciência. A partir de sonhos relatados pelos interpretes, o roteiro ganha forma. A dramaturgia traduz em movimentos os devaneios oníricos. “Onírico”: Sonhos transformados em dança.

Ficha Técnica: Coreografia: Liliane de Grammont Figurino: Bruna Fernandes Trilha Sonora Original: Ed Côrtes Desenho de luz: Raquel Balekia Edição de vídeo: Felipe Sciotti Elenco:  Sabrina Ferreira, Flora Gomes, Victoria Cavalcante, Rebeca Tadiello, Ana Beatriz Garcia, Isadora Giaretta, Agnes Rumi, Camilla Andrade, Giuliana Zibini, Fabiana Ferrari, Ingrid Laurentino, Carolina Verzolla, Frank Matos, Vinicius Cosant, Pietro Morgado

 

▪    LUGARIZAÇÃO (Residência Coreográfica) Apresentações dos resultados das Residências Artísticas de 2017.

•  CRIATURA – Luisa Coser

IMG_3650 (1)

Refletir sobre espaços de fala onde são encenados e proferidos discursos políticos tornou-se um imperativo para o pensamento artístico neste projeto, em tempos autoritários e arbitrários. Pensar o espaço cênico também como um lugar onde se reproduz a espacialidade de centro-periferia – de onde um fala e muitos escutam-  conduziu a artista a uma investigação elementar da relação entre publico X performer.

Ficha Técnica:  Concepção e coreografia: Luisa Coser Colaboração na pesquisa e dramaturgia: Leonardo Carvajal Figurino e cenário: Juliana Pfeifer Luz: Maria Basulto

·      MODO-CÃO – Lilian Wiziack

imagem para solo Modo cao lilian Wiziaki

Modo-cão busca a partir da obra Wolf Alice, da artista plástica Gina Litherland,  entrar em contato com o modo cão de ser do corpo. E sem forma nos deitamos e devemos sonhar. E depois a chuva. E depois a chuva…

Ficha Técnica: Criação e concepção: Lilian Wiziack Junto com: Renato Jacques Trilha Sonora: Current 93 Duração: 20 minutos

 

•  ZovCoBorob CoBaVzba/Um Idioleto  - Maria Basulto

Maria Basulto - Zob - foto Everton Ferreira

O discurso por meio da não-palavra e a melodia própria da fala de um indivíduo. Primeiras ideias para uma dança sonora / para um movimento barulhento/ para um som dançado.

FICHA TÉCNICA: Criação, concepção e dança: Maria Basulto Trilha sonora: Thomaz Souza Figurino: Carolina Canteli Desenho de luz: Maria Basulto Fotos: Everton Ferreira Duração: 25 minutos

 

·      Workshop Técnica Cunningham com Gícia Amorim das 15h às 17h no Domingo – 03/12/2017.

O workshop tem por objetivo geral abordar a técnica de dança de Merce Cunningham, seus fundamentos e as posições de tronco específicas dessa técnica. Serão explorados deslocamentos complexos no espaço com ênfase no uso e controle de tronco e nas combinações de concordância e oposição entre movimentos de tronco e movimentos de membros inferiores, em velocidades variadas e saltos, solicitando gradualmente maior exigência técnica.

 

 

FICHA TÉCNICA DA X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA 

Para roteiro:

X MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA

Sinopse: Durante duas semanas o público poderá conferir trabalhos de nomes como Ruth Rachou (completou 90 anos em 2017), Raul Rachou, Gicia Amorim, InSaio Cia. de Arte (direção Claudia Palma), Mariana Muniz, Angelo Madureira, Andreia Nhur, Janice Vieira e  a Cia Corpos Nômades . Acontecerá também a Sessão Meia-Noite Olho Neles, voltada para novas criações e novos talentos da dança, entre elas os selecionados de 2017 do programa de residência artística “Lugarização”. Além das cinco profissionais participantes da residência – Luisa Coser, Leticia Rodrigues, Maria Basulto, Gabriela Branco e Lilian Wiziaki; estarão presentes: Cia. Tentáculo. Jovem de Dança (direção de Liliane de Grammont), Imo Coletivo (Samya Enes, Fabio Mazione e Cadu Ribeiro) e Talita Florêncio.

 – De 01 a 10 de dezembro de 2017. Espetáculos da programação principal com apresentações sexta-feira às 21 horas, sábado e domingo, às 20h30. Sessão Meia-Noite de Olho Neles nos sábados (02 e 09/12), às 23h59. Tea-time / Lugar de Reflexão: Conversa com os artistas e o público – gratuito, nos sábados (02 e 09/11) às 15h.   Workshops e Encontro gratuitos: Dança Técnica Cunnigham dia 03 de dezembro, domingo, às 15 h às 17h; Estudos de Movimento para a Cena dia 10 de dezmebro, domingo das 15h às 17h e às 17h30 Encontro sobre “Alfred Jarry”. Direção artística da Mostra – João Andreazzi. Parceria- O Boticário na Dança através do Proac ICMS Realização – 20º Programa de Fomento à Dança de SP, Secretaria Municipal de Cultura de SP, Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e Governo de São Paulo. Ingressos – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia – estudantes, classe artística e terceira idade). Classificação etária – 14 anos.

ESPAÇO CÊNICO O LUGAR – Rua Augusta, 325 – Consolação – São Paulo – Reservas e informações – (11) 3237-3224 – ciacorposnomades@gmail.com .  Convênio com estacionamento na Rua Augusta, 108.  Facebook: ciacorposnomades. www.ciacorposnomades.art.br

Produção

Equipe Corpos Nômades  – (11)  32373224 / 99231-4457

Imperdível! Hotel Lautréamont – Os Bruscos Buracos do Silêncio

Acontece no Espaço Cênico O LUGAR # Ateliê Coreográfico + Espetáculo + Bate-Papo, com a Presença do tradutor da obra os Cantos de Maldoror – Claudio Willer.

Neste sábado 04/11/2017 das, 15h às 19h, teremos o Ateliê Coreográfico inspirado no espetáculo em cartaz  Hotel Lautréamont – Os Bruscos Buracos do Silêncio, que começa às 21h e logo após acontecerá um bate-papo sobre esta criação, literatura, dramaturgia, dança e a coreodramaturgrafia, com a ilustre presença do tradutor e poeta Claudio Willer.

O Livro “Os Cantos de Maldoror” estará à venda, com um preço promocional.

Uma boa oportunidade para entendermos um pouco mais sobre o tema e a arte/dança contemporânea.

Aqui! No Espaço Cênico O LUGAR. Rua Augusta, 325.

Compareçam! Compartilhem!

Fan-page Facebook: @ciacorposnomades

_MG_4918

foto Debora Brito

 

e-flyer-Atelie-Coreografico 2017

eflyer-Hotel_Lautreamont-4

LUGARIZAÇÃO 2017 (acontece)

 LUGARIZAÇÃO – Residência Coreográfica 2017

  A Cia. Corpos Nômades e o Espaço Cênico O LUGAR recebem para esta edição as artistas do corpo:  Letícia Rodrigues, Luisa Coser, Gabriela Branco, Maria Basalto e Lilian Wiziack. Os resultadas destas residências serão mostrados na  X Mostra Lugar Nômade de Dança , que acontecerá de 01 a 10 de dezembro de 2017.

IMG_8879

CASA (título provisório) –  Letícia Rodrigues

A pesquisa em dança CASA propõe habitar com o corpo e habitar o corpo, com as estruturas físicas do O LUGAR. Não pretende-se utilizar os espaços reservados para apresentações (salas Sul e Norte), mas pretende-se utilizar as escadas, garagem, banheiro, cozinha… e tantos outros espaços que poderão ser instigantes enquanto recursos para a criação artística.

Durante a residência, a pesquisa de movimento, do corpo no espaço e da criação se dará através da exploração do corpo nos diferentes espaços do O LUGAR. Serão consideradas as especialidades deste espaço e sua rotina: fluxos, trânsitos, fluidez e vãos para a criação artística. Portanto, a pesquisa será um processo de imersão onde corpo e espaço se tornarão um só.

Ao final dos três meses de residência, o que será apresentado na X Mostra Lugar Nômade de Dança, é uma performance que pretende levar o espectador a observar, por outros estímulos e perspectivas, os diferentes espaços do O LUGAR.

IMG_8855

Estados Corporais:

Um dispositivo para a improvisação e criação em dança- Gabriela Branco

A pesquisa corporal que norteia este projeto consiste em mapear, explorar e saturar estados corporais por meio de dois caminhos: 1. Memórias e 2. Palavras. Quando se diz via memórias, significa que busca-se trazer alguma memória pessoal para compreender a sensação e sentimento a ser externalizada em forma de dança improvisada, ou seja, um mergulho provocativo sobre tal memória para se atingir, fluir, reverberar, um ou muitos estados que surgem da mesma. Quando se diz via palavras, significa que busca-se extrair o estado corporal a partir do sentido literal de palavras que remetem a sentimentos ou qualidades de movimento, sem preocupar-se em atrelar qualquer memória, experiência ou lembrança.

Pensar esta pesquisa no formato de aulas, atribuiu um novo caráter para o estudo, pois a participação ativa (com feedbacks) de cada aluno são contribuições e reflexões profundas de viabilizar o funcionamento dos exercícios, conteúdos e jogos cênicos propostos. Assim, percebe-se que a pesquisa torna-se muito mais que uma aula com conteúdos, mas uma aula que promove diferentes experiências consigo mesmo e com o coletivo, além de proporcionar uma entrega nítida de todos os corpos que entram para o mergulho dançante, que é descobrir sua própria dança a partir da sua própria história, as memórias, como também dança-la com estados que são provocados a partir da via das palavras.

 Proposta para o programa de residência artística no Espaço Cênico O LUGAR tem-se o desejo de continuar a pesquisa individual para finalizar o processo criativo no formato de um espetáculo. A criação se encontra em um momento distinto do apresentado na abertura de processo pela V Mostra no CRDSP, “Antologia de Resiliência” (vide link abaixo), pois desvencilhou-se dos textos de diário de bordo que compõem a antologia, transformando o resilir do corpo entre estados sobre a temática que surge a partir das palavras “sabotagem”, “resistência” e “subversão”. O processo criativo, por enquanto, sofreu influência dos filmes “Animais Noturnos” e “Dogville”, como referência. Além dos livros de Virgínia Woolf, Rumo ao Farol e As Ondas. Objetiva-se, então, organizar o emaranhado de cenas existentes, criando um roteiro, encontrando as transições para fechar o processo. Assim, a intérprete criadora busca concretizar o espetáculo também com figurino apropriado, cenário e possíveis materiais necessários com a ajuda de custo atribuída aos residentes do LUGARIZAÇÃO 2017, além de concluir o título do espetáculo.

IMG_8840

LAMA – Luisa Coser

A proposta de pesquisa e criação de Lama interroga o discurso oral como lugar de poder: quem detém a palavra, que lugares legitimam essas falas e que relações de poder neles se moldam. Refletir sobre espaços onde são encenados e proferidos sentenças e argumentos do norte político e cultural de um país tornou-se um imperativo para o pensamento artístico neste projeto, em tempos autoritários e arbitrários. Sendo assim, pensar o espaço cênico (no contexto das artes cênicas) também como um lugar onde se reproduz a espacialidade de centro-periferia – de onde um fala e muitos escutam- conduz a uma investigação elementar da relação entre publico X performer.

Consequentemente, analisar a expressividade e a fisicalidade dos atos de fala em espaços de governabilidade emerge também como uma necessidade de repensar o corpo em cena como produtor de discursos, reguladores, normativos e que atendem às expectativas do público – do outro. Interrogar, enfim, a partir do corpo em cena, o que é permitido (que zonas podem se expressar ou não) e tentar desbravar e alargar trajetos de comunicabilidade é uma premissa da investigação praticada nesta pesquisa.

 

IMG_8831 (1)

ZovCoBorob CoBaVzba – Maria Basalto 

ZovCoBorob CoBaVzba nasce de um jogo com as sonoridades de(a) Voz, (do) Corpo e (da) Boca. A ideia é realizar um trabalho cênico que propõe a exploração e experimentação do diálogo/relação entre o corpo em movimento e múltiplas sonoridades vocais. ZovCoBorob CoBaVzba:

-Busca explorar a voz enquanto extensão do movimento;

-São ondas sonoras criadas no corpo e que ocupam o espaço; -É poesia sonora e sons das palavras;
-É a transmutação de Voz Boca Corpo;
Em ZovCoBorob CoBaVzba

-o miolo do corpo enxerga pela boca;
-há um organismo que tem a boca como principal canal de comunicação com o mundo; -só é possível ouvir pela boca; ver pela boca; sentir pela boca.

IMG_8848

MODO-CÃO – Lilian Wiziack

MODO-CÃO é uma proposta de criação em dança contemporânea que busca, a partir da obra Wolf Alice, da artista plástica Gina Litherland,  entrar em contato com o modo de ser “cão” do corpo.  Em Wolf Alice, podemos ver uma garota humana que parece escutar uma mensagem secreta de um lobo, ou seja, de um híbrido ela-lobisomem. Um tornando-animal  tornando-menina. As pinturas de Litherland, habitam universos de cheios ambiguidade, com animais e criaturas, mistério, feminino, hibridismo, etc.  

Através da desestabilização de padrões de comportamento do corpo humano, pretende-se experimentar as possíveis fissuras existentes nesse padrão e entrar em contato com outros modos de habitar o corpo. Entende-se essa experiência como uma busca de criar, a partir da aproximação com o corpo canino, possíveis atravessamentos que desestabilizem o corpo em seu modo de ser e abra lacunas para modos desconhecidos.

O corpo do cão vive totalmente sua natureza, com uma afirmação positiva da nudez da vida.