LUGARIZAÇÃO 2016 – RESIDÊNCIA ARTÍSTICA COREOGRÁFICA

LUGARIZAÇÃO 2016 –  Residências Coreográficas no Espaço Cênico O LUGAR, que deu  início no mês de agosto de 2016, continua a todo vapor,  com o compartilhamento do espaço e de ideias dos  artistas do corpo  convidados:  Juliana Maia, Marcio Vasconcelos e Vagner Cruz.

Projetos em processo de ensaio e reflexão. Que terão uma Mostra em dezembro de 2016 e participarão do Sessão Meia Noite Olho-Neles na IX MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA, que acontecerá na última semana de novembro de 2016.

A Petrobras foi a patrocinadora da manutenção da Cia. Corpos Nômades. E conta com o XX Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo, para realizar sua nova criação e algumas atividades da sua programação.

 Bons trabalhos e que bons frutos sejam colhidos!!!

Projeto Bicho – Juliana Maia

IMG_4920 IMG_4923
“O Homem é um bicho. Um pouco diferente dos outros, mas é um bicho. Capaz de construir coisas, de construir ideias, de construir poesia, que pra mim é o ápice da elaboração humana. O Homem é capaz de refletir sobre sua própria existência e elaborar uma ideia sobre suas próprias experiências. É capaz de elaborar experiências imaginárias. É capaz até de, dizem alguns, acessar experiências ancestrais. Mas afinal o que separa o Homem do Bicho? Será o tempo? Será o olhar? Será o que se esconde por trás do olhar? Tenho pensado que aquilo que separa o Homem do Bicho é, em seu extremo, em sua potência máxima, capaz de trazer de volta o Bicho do Homem”. (caderno de registro pessoal, abril 2016).

 

Projeto  Mate o Artista – Marcio Vasconcelos


marcionuvem8        cam00900

A pesquisa teve início em janeiro de 2016 no NUVEM Estação rural de arte e tecnologia do Rio de Janeiro. Não houve continuação por falta de espaço e oportunidade. É um projeto que pesquisa relação da presença e ausência do corpo diante de um espelho. O material poético é recolhido e descoberto após experimentos e ações num espaço x. Corpo/Espelho/Reflexo/Artista/Ação/Inércia.

“Obra Sem Título” – Vagner Cruz

IMG_4999 IMG_5008
Meu deserto, o (iso)lamento num espaço, lugar. Gosto muito deles, só que hoje não quero sair de casa. A proposta solo ““Obra Sem Título”, meu deserto, o (iso)lamento num espaço, lugar. Gosto muito deles, só que hoje não quero sair de casa”, é um ponto de continuação de um processo artístico iniciado com mais quatro artistas-bailarinos, e duas artistas-cantoras, iniciado em novembro de 2014, que resultou num espetáculo apresentado em outubro de 2015, no Sesc Belenzinho, titulado “F4-Cicatrizes”, e que também foi nos dado a oportunidade de participar da “Sessão Meia-Noite Olho Neles”.

“O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE” inédito em Florianópolis/SC

O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE

 Na cidade de  Florianópolis

 No Teatro Pedro Ivo

Pela primeira vez em Florianópolis, Cia Corpos Nômades, de São Paulo, comemorará 21 anos, apresentando espetáculo e workshop de dança, no Teatro Pedro Ivo, nos dias 02, 03 e 04 de setembro de 2016.

especulador-40

Dirigido pelo coreógrafo e bailarino João Andreazzi, espetáculo dá sequência a pesquisa iniciada há 16 anos, cujo foco foi a extinta Favela do Gato e a cultura Guarani, nas aldeias Krukutu e do Jaraguá. O texto O Despovoador, de Samuel Beckett, serve como inspiração e provocação, além de se alinhavar a outras fontes inspiratórias fundamentais, como o retorno aos locais visitados.

Após uma temporada na cidade do Rio de Janeiro e em São Paulo, a Cia Corpos Nômades apresentará nos dias 02, 03 e 04 de setembro de 2016, o espetáculo O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE, em Florianópolis, no Teatro Pedro Ivo.

especulador-14

A “coreodramaturgrafia”: junção de movimentos vocais, corporais, textos, projeções, trilha sonora, elementos cênicos e coreografias, como o coreógrafo e bailarino João Andreazzi, diretor da montagem, gosta de definir, faz parte das comemorações dos 21 anos da Cia.

O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE resgata o princípio da ideia do “corpo nômade”, inquietação artística de Andreazzi, dando sequência a uma pesquisa iniciada há 16 anos, cujo lugar/foco foi a extinta Favela do Gato – hoje conjunto habitacional do Parque do Gato – e a cultura Guarani, nas aldeias Krukutu e do Jaraguá. O texto O Despovoador, de Samuel Beckett – escrito no final da década de 60 – serve como importante inspiração e provocação para a criação, além de se alinhavar a outras fontes inspiratórias fundamentais, como o retorno aos locais visitados, em 1999, pela Cia. Corpos Nômades – e revisitados em 2014 e 2015, com o intuito de se observar as modificações ocorridas.

Para João Andreazzi os textos de Samuel Beckett serviram de condutores para as escolhas dos elementos cênicos e elaboração da “coreodramaturgrafia”. “Na montagem , resgatamos o conceito de nômade, da errância do corpo, para encontrar um caminho que nos permeia neste sistema em que vivemos, uma compreensão do período de existência desses corpos e as transformações que ali ocorreram”, explica o diretor.

Sufocamento

O espetáculo envolve a sensação de sufocamento das grandes cidades, pela especulação imobiliária, pela má utilização e distribuição do solo, entre outras questões. Estes alinhavos feitos com diferentes texturas e sensações, somados aos pensamentos de Deleuze e Guattari sobre o Capitalismo e a Esquizofrenia, deram de forma estranha e inquietante os tons da dramaturgia às coreografias, brotando, desta junção, as “coreodramaturgrafias”.

“A crítica ao capitalismo se dá num processo de construção e reconstrução do cenário urbano e também dos corpos que o habitam. A ideia de um nomadismo que abarca favelas, conjuntos habitacionais, moradias provisórias, um Minha Casa Tantas Vidas, identidades compostas e fragmentadas”, conta Andreazzi.

Desconstrução do corpo

A cenografia de O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE traz imagens em vídeo e elementos de desconstrução e reconstrução do espaço: de lonas a casinhas de madeira, de palha de coqueiro a garrafas pet que servem como uma espécie de artefato de respiração ou representação do sufoco contemporâneo com os performers enchendo-as e esvaziando-as com a boca.

“O especulador do título remete à ideia da ocupação urbana determinada pelo poder aquisitivo na construção incessante do lucro, mas o que se desconstrói é também o corpo. Trata-se do esgotamento do espaço proposto por Beckett e perpassado pelas reflexões e provocações de Deleuze e Guatarri”, acredita o diretor.

Para Andreazzi, chama a atenção uma passagem do texto que trata dessa perspectiva mostrando que a angústia existencial se inscreve também no físico, neste atrito de corpos que se esbarram, se comunicam, disputam o mesmo espaço, transpiram, se amam, se violentam. É um retrato do corpo urbano e da eterna luta de ocupação do espaço pelo homem. “Uma guerra de nervos, levada às últimas consequências e à flor da pele.”

A Petrobras é a patrocinadora da manutenção da Cia. Corpos Nômades.

  e-flyer-O Especulador DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE Floripa

Ficha Técnica:

Concepção e Direção – João Andreazzi. Elenco – Bruna Dias, Dresler Aguilera, Gervasio Braz e João Andreazzi. Trilha Sonora – Felipe Julian. Iluminação – Décio Filho. Figurino – David Schumaker. Cenário e Vídeo – Cia. Corpos Nômades e David Schumaker. Designer Gráfico – Juliana Basile. Fotos: Carlos Araujo.Agradecimentos – Marcos Tupã (Aldeia Krukutu), Francisca Guarani (Aldeia Krukutu), Tupãzinho (Aldeia Krukutu) Sr. Sassa (Favela do Gato), Dona Maria (Favela do Gato), Leticia Mantovani, Davi Martins (Aldeia Jaraguá), Jacira Minelli Andreazzi, Marcela Costa, Talita Bertanha e Claudio Willer. Classificação etária – 14 anos. Duração – 65 minutos.

Link do Teatro Pedro Ivo para compra de ingressos:

http://www.teatropedroivo.sc.gov.br/index.php/evento/o-especulador-de-olhos-invisiveis-de-carne/

 

especulador-81 

Workshop de dança contemporânea

No sábado, dia 03/09/2016, das 15h às 17h, workshop gratuito de dança contemporânea com João Andreazzi, fundador da Cia. Corpos Nômades. O workshop ocorrerá no Palco do Teatro Pedro Ivo – Florianópolis, e envolverá temas que serviram de inspiração para a criação do espetáculo O ESPECULADOR DE OLHOS INVISÍVEIS DE CARNE. Para participar, é preciso enviar um e-mail para ciacorposnomades@gmail.com; com uma carta de interesse. São 20 vagas, para pessoas com a idade acima de 16 anos.

Andreazzi criou esta aula de dança contemporânea a partir de experiências corporais vivenciadas desde os anos 80. A aula, fruto de um trabalho corporal que deu origem a uma linguagem de movimentos, foi elaborada em 1999, quando o coreógrafo retornou da Holanda, após dois anos de estudo na School for New Dance and Development. Esse trabalho, que também deu origem à Cia. Corpos Nômades, e que carrega princípios da ideia do nomadismo na dança, tem os seguintes preceitos: permitir a fluidez do corpo pelo espaço utilizando o próprio impulso, sem ficar preso em contagens, formas e marcas, e deixar o corpo experimentar o espaço externo e interno através do movimento. No escopo do curso há uma ênfase no trabalho de chão (floor work) e na técnica de expansão das articulações partindo da fonte do movimento, respeitando os órgãos e os sistemas do corpo. Por meio desse método, Andreazzi tem propiciado uma sólida formação a muitos artistas em dança contemporânea.

Sobre a Cia Corpos Nômades

A Companhia João Andreazzi, existe desde 1995, foi rebatizada em 2000, como Cia. Corpos Nômades. Desde seu lançamento em 2000, a Cia Corpos Nômades já participou de diversos eventos das Artes Cênicas. Com o espetáculo de estréia OOZE/EZOO que integrou elementos das artes cênicas contemporâneas com os elementos da cultura Hip-Hop (uma co-produção da Bienal da Dança do SESC de 2000, tendo como cenário o Cais de Santos-SP), integrou a programação do Balaio Brasil realizado pelo SESC São Paulo e no ano seguinte foi selecionado para a Mostra Oficial do Festival de Curitiba, fazendo logo após uma pequena temporada no SESC Pompeia e uma Turnê pelo interior de São Paulo também no ano de 2001. Com o espetáculo Pôs-Ter fez a abertura do evento Outras Danças no SESC Ipiranga/SP em 2002 e com Remix-Pôs/Ter no ano de 2003 participou do evento Dança no Arena do Centro Cultural São Paulo (CCSP). Já em 2004, esteve com o espetáculo Hyperbolikós no espaço do Itaú Cultural e no CCSP nas Semanas da Dança e em 2005, com a mesma obra, realizou uma turnê pelo interior de São Paulo, por algumas unidades do SESC, integrou a programação do Panorama SESI de Dança e o evento 4 Movimentos no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro em 2006. Com o espetáculo solo Nocaute no ano de 2004 apresentou-se no CCSP, Fórum Mundial de Cultura no SESC Pompéia e na Mostra de Dança de Santo André, com esse mesmo solo também integrou o Panorama SESI de Dança de 2005. Com Algum Lugar Fora do Mundo, espetáculo em comemoração aos cinco anos de existência, participou da Mostra Internacional SESC de Artes Mediterrâneo, Virada Cultural da Cidade de São Paulo, Semanas de Dança CCSP, Caravana Paulista de Teatro, Caixa Cultural Rj – Teatro Nelson Rodrigues. Com Cenas Corpos Nômades em 2006 no evento Semanas de Dança – CCSP e na Virada Cultural da Cidade de São Paulo. Em 2007, Gramática Expositiva do Chão teve pré-estréia nos SESCs São José do Rio Preto e Santana, fez temporada no O LUGAR e em 2008 esteve no SESC Sorocaba. Já o espetáculo Fuga Fora do Tempo, teve sua estreia no evento Dança em Pauta do CCBB – SP (2007) e realizou temporada no O LUGAR em outubro de 2007 e novembro a dezembro de 2008. No repertório da Cia constam os espetáculos O Barulho Indiscreto da Chuva, Hotel Lautréamont – Os Bruscos Buracos do Silêncio, Édipus Rex – A Máquina Desejante, Espectros de Shakespeare – Do Outro Lado do Vento, Na Infinita Solidão Dessa Hora e Desse Lugar, Uma Sinfonia Entre a Medula Óssea e o Piscar dos Olhos e Hostel Project. A Cia. Corpos Nômades e João Andreazzi receberam alguns prêmios, tais como: APCA 2000, Funarte – EnCena Brasil 2002, Rumos Itaú Cultural Dança 2003, Prêmio Estímulo à Dança SMCSP 2004, APCA 2005, 1º, 4°, 6º, 10º e 12º Fomento à Dança da Cidade de São Paulo e Funarte Klauss Vianna 2007, APCA 2010, Petrobras Cultural 2013.

Vídeo do espetáculo

https://www.youtube.com/watch?v=MlgTQKPD4To

Link do Teatro Pedro Ivo:

http://www.teatropedroivo.sc.gov.br/index.php/evento/o-especulador-de-olhos-invisiveis-de-carne/

SERVIÇO

“O Especulador de Olhos Invisíveis de Carne”, com Cia. Corpos Nômades.

Faixa Indicativa: 14 anos. Duração: 65 minutos

Data/Horário:: 02 a 04 de setembro de 2016 – sexta e sábado às 21h e domingo às 20h

Local: Teatro Governador Pedro Ivo Campos, Rodovia SC – 401, hm 5, nº 4600 – Florianópolis – Bairro Saco Grande 2. Estacionamento gratuito para o público do Teatro.

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) – bilheteria abre com 2 horas de antecedência. Lotação: 100 pessoas.

Informações e reservas para workshop: (48) 9934-1089 – WhatsApp  ou pelo e-mail ciacorposnomades@gmail.com

I MOSTRA SÓ SOLOS

I MOSTRA SÓ SOLOS 

O Espaço Cênico O LUGAR e a Cia. Corpos Nômades receberão no sábado 27 de agosto espetáculos solos de dança e teatro,  que mostrarão diferentes maneiras e modos de abordar a existência humana. 

A Cia. Corpos Nômades realiza desde 2007, em sua sede, diversas Mostras, com o primordial motivo de proporcionar aos artistas/criadores um espaço para difundirem seus trabalhos e suas pesquisas nas areas de dança, teatro, performance e música.

Há com  esta primeira edição,  a ideia  de agregar em uma mesma programação quatro diferentes maneiras/modos de criação em artes cênicas, os artistas convidados serão: Camila Venturelli, Leticia Rodrigues,  Rodolfo Lima e Patricia Pina Cruz.

A Petrobras foi a patrocinadora da manutenção da Cia. Corpos Nômades. E atualmente conta com o XX Programa Municipal de Fomento à Dança de São Paulo, para realizar sua nova criação e algumas atividades da sua programação.

Os projetos selecionados para comporem a programação da noite do sábado dia 27 de agosto, foram:

“Segredo de Lindonéia” – Camila Venturelli

IMG_1876_baixa

O processo parte do desejo de reimaginar a obra “A Bela Lindonéia ou Gioconda do Subúrbio” (1966), de Rubens Gerchman, em uma escrita de dança. Investiga uma corporeidade feminina que habita uma moldura de espelho. Quem é esse rosto que me olha, ao mesmo tempo em que me reflete? No avesso do espelho, o livro de receitas da tataravó. Receitas de gerações, escritas de afeto e um segredo entre pratos de farinha desencadeiam o manuseio da grafia do corpo de uma mulher, fermento, açúcar o quanto adoce, ovos o quanto baste.

Camila Venturelli é artista e pesquisadora do corpo, graduada em Comunicação das Artes do Corpo na PUC, e desenvolve uma pesquisa autoral a partir do estudo do gesto na dança.

Ficha Técnica: Criação e atuação: Camila Venturelli Testemunha de Processo: Candice Didonet Testemunha Poética: Sandra Lessa Manuseio Coreográfico: Lu Favoreto Manuseio Dramatúrgico: Tatiana Schunck Instalação Sonora e Trilha Original: Gregory Slivar Cenografia: Amanda Venturelli Cenotécnico: Zito Rodrigues Figurino: Marina Reis Criação de Luz: Fabricio Licursi Designer Gráfico: Josefa Pereira Duração: 30 minutos. Foto: Micaela Wernicke

“Casulo” – Letícia Rodrigues

le004_IMG_2583

Cria-se a partir do diálogo entre dança, música ao vivo e mitologia ioruba e, explora, através de imagens e sensações internas, três metamorfoses do/no corpo – híbridas, inumanas, andróginas e múltiplas.

Letícia Rodrigues é bailarina-intérprete-criadora, Mestra em Educação (UNICAMP), Bacharel e Licenciada em Dança (UNICAMP). Tem interesse nas poéticas do corpo e na criação através da relação entre dança e música.

Ficha técnica: Bailarina-intérprete-criadora: Letícia Rodrigues Orientação: Adilson Nascimento Criação e Interpretação musical: Gustavo Infante e Livia Carolina Desenho de luz: Airton Oliveira Operação de luz: Raquel Pereira Confecção e co-criação de figurinos: Kátia Riccardi e Marjoly Lino Produção: Letícia Rodrigues. Duração: 20 minutos

“Réquiem para um rapaz triste” – Rodolfo Lima

Crédito Elói Corrêa (2)

É uma adaptação das personagens femininas do autor Caio Fernando Abreu, protagonizada por Rodolfo Lima, que interpreta Alice uma mulher solitária, que apoiada no cigarro, dialoga com o público sobre suas escolhas, reverberando em temas como o amor, a falta, a solidão e a procura. A peça tem uma proposta realista, o público adentra o cômodo em que a personagem vive, para juntos, vivenciarem o drama daquela mulher. A peça estreou oficialmennte em 2004 e desde então já passou por diversos estados (BA, PR, CE, PE, RS e RN) bem como diversos locais da capital paulista.

Rodolfo Lima é ator e jornalista, mestrado em Divulgação Cientifica e Cultural, mantêm dois blogs ativos escritossobreaausencia.wordpress.com e ilusoesnasalaescura.wordpress.com e possui um trabalho artistico com intersecção entre literatura e questões de gênero.

Ficha Técnica: Inspirado nas personagens femininas de Caio Fernando Abreu. Adaptação e interpretação: Rodolfo Lima Direção: Ivania Davi Figurino e ambientação cênica: Teatro do Indivíduo. Fotos: Thais Moura e Elói Corrêa Duração: 40 minutos

“Z . I . G . O . T . O” –  Patricia Pina Cruz 

By_IldaSilvério3

A performance solo work in progress, busca tensionar no público igualdade de importância na existência. questionamentos sobre o poder dos gêneros, luta de forças entre os sexos, supremacia de um perante o outro, dissociar padrões comportamentais impostos a cada gênero por meio da sociedade.

Patricia Pina Cruz: Bailarina, performe e pesquisadora em dança, Pernambucana radicada em São Paulo se profissionalizou em Dança em  Recife no ano de  2003 . Integrou entre os anos de 2003 e 2015 a Dante Cia. de Dança e Teatro, Cia. Vias da Dança e Grupo Experimental em Recife e na Cia. Taanteatro em São Paulo.

 

Ficha Técnica: Performer: Patrícia Pina Cruz Concepção e Cenário: Patrícia Pina Cruz Figurino: Patrícia Pina Cruz e Brechó Xodó Trilha Sonora Original: Dj Selva Luz: Marcelo Pessoa Assistência de Criação Imagem e Foto: Ilda Silvério Duração: 20 minutos.

 

Serviço:

 

I MOSTRA SÓ SOLOS – Mostra de espetáculos Solos de dança e teatro. Serão quatro apresentações na mesma noite, com “Segredo de Lindonéia” por Camila Venturelli, “Casulo” por Letícia Rodrigues, “Réquiem para um rapaz triste” por Rodolfo Lima e “Z . I . G . O . T . O” por  Patrícia Pina Cruz.

 

Data: 27/08/2106, sábado às 22h30

 

Duração Total: 110 minutos.

 

Ingressos: R$20,00 e R$10,00 (meia entrada)

 

Direção Artística e Concepção: Cia. Corpos Nômades e João Andreazzi.

 

Local: Espaço Cênico O LUGAR – Rua Augusta, 325 – São Paulo – SP.

 

Faixa Etária: 16 anos.

 

Estacionamento: Rua Augusta, 108 (R$9,90 para 6 horas)

 

Informações e Reserva: 11-32373224 ou 11-992314457 – e-mail: ciacorposnomades@gmail.com

 

Site: www.ciacorposnomades.art.br