VIII MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA

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MOSTRA LUGAR NÔMADES DE DANÇA CHEGA

A OITAVA EDIÇÃO COM PROGRAMAÇÃO INTENSA

Com patrocínio da Petrobras e direção artística de João Andreazzi, mostra realizada pela Cia. Corpos Nômades traz um recorte do panorama da produção atual de dança contemporânea no Brasil e programação com espetáculos, workshop e bate-papo.

Entre os dias 20 de novembro e 29 de novembro de 2015, a sede da Cia Corpos Nômades, batizada de Espaço Cênico O Lugar, receberá dezessete espetáculos de dança, dois workshops e uma palestra/encontro dentro da VIII Mostra Lugar Nômade de Dança. Levando ao público uma visão da produção atual da dança contemporânea no Brasil, bem como novas pesquisas e provocações estéticas. A direção artística da mostra é do coreógrafo João Andreazzi e o patrocínio é da Cia. Corpos Nômades e da Petrobras.

Durante duas semanas o público poderá conferir trabalhos de nomes como Célia Gouvêa, Sonia Galvão, Dudude Herman, Maria Mommensohn, Sônia Mota, Janice Vieira. Em 2015, a programação traz uma novidade: pela primeira vez, a Cia Corpos Nômades pre-estreiará uma nova criação na Mostra que organiza. O grupo apresenta o resultado do Lab de Criação Corpo Um Lug@r Nômade, que intitula-se “O Especulador de Olhos Invisíveis de Carne”, recorte e momentos da obra de Beckett, como o Despovoador e com a pesquisa da Cultura Guarani e os moradores da antiga Favela do Gato. Depois das apresentações na Mostra (dias 27, 28, e 29 de novembro), a montagem segue temporada até o dia 20 de dezembro de 2015.

Além da programação principal, a mostra também apresenta a Sessão Meia-Noite Olho Neles, voltada para novas criações e talentos da dança, entre elas os selecionados de 2015 do programa de residência artística “Lugarização”, que acontece na sede da Cia Corpos Nômades e tem como objetivo proporcionar um espaço onde os artistas possam desenvolver seus trabalhos de pesquisa e experimentação em dança contemporânea. Além dos seis profissionais participantes da residência – Josefa Pereira, Joana Ferraz, Calu Zabel, Larissa Verbisck / Bruno Avoglia, Michele Carolina e Adega Olmos / Thiago Sallas; estarão presentes:  Vagner Cruz – Cia. Faixa Um, Erika Moura, Nina Giovelli e o Triângulo Nuclear.

Com o objetivo de ampliar a troca e disseminação de informações e ideias, a mostra contempla bate-papos, dentro de Tea Time: O Lugar em Reflexão, que acontece aos sábados, sempre às 16 horas. Ainda na programação, Workshop de Dança Indiana com Sonia Galvão, Workshop de Dança Contemporânea com Sônia Mota e um Encontro sobre “Surrealismo O Espectador Alucinado” com Claudio Willer, todos eventos gratuitos.

Durante o período da Mostra ocorrerá a LUGAR EM FOTO EXPOSIÇÃO com Fotos do acervo Célia Gouvêa, uma foto-instalação de Caio Zanuto, além de fotos da Cia. Corpos Nômades, clicadas por Henk Nieman.

Para a VIII Mostra Lugar Nômade de Dança, a cia recebeu cerca de 82 projetos interessados em participar. João Andreazzi explica que “a intenção da Mostra é que experimentadores e investigadores da dança contemporânea mostrem seus trabalhos e dividam com outros artistas e o público em geral suas pesquisas e questões artísticas. Em comum, os grupos escolhidos tem o fato de aliarem qualidade a propostas que, juntos componham uma perspectiva interessante da dança contemporânea”.

Esse evento, segundo João, está em linha com o projeto “CORPO UM LUG@R NÔMADE”, ações artísticas que o grupo desenvolve graças ao patrocínio da Petrobras, como a residência artística, bem como a manutenção da sede Espaço Cênico O Lugar, inaugurado em 2007 e ganhador do Prêmio APCA 2010 (Associação Paulista de Críticos de Arte) por Modelo de Espaço de Difusão de Dança. “Há nestas ações a motivação de dividir o espaço físico para apresentação de trabalhos e para residências, e possibilitar o compartilhamento de ideias e de procedimentos criativos entre as companhias e artistas independentes”, afirma. 

                                           PROGRAMAÇÃO
VIII MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA edição 2015
1ª SEMANA Da PROGRAMAÇÃO20,21 e 22 de novembro de 2015 (sexta às 21h, sábado e domingo às 20h30)
  •        Maria MommensohnMboch
Aborda o homem como manifestação da divindade Nhamandu de quem emanam as almas-palavras, o povo guarani. Por meio de uma linguagem transversal, metafórica através de imagens da natureza e do corpo metamorfoseado, usando elementos plásticos para abordar o momento entre a vida e a morte.
Ficha Técnica
Criação: Maria Mommensohn
Iluminação: Décio Filho
Montagem Cenográfica e projeção multimídia: Geraldo Fernandes
Duração: 40 minutos
  • Dudude HermannA Primavera deste tempo, século 21, isto a interessa…” ?ESTUDO IMPREVISÍVEL PARA UMA PRIMAVERA IMPREVISÍVEL?
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O trabalho tem como estrutura a composição em tempo real, onde a paisagem está na musica de Igor Strawinsky Sagração da Primavera composta especialmente para dança em 1913, permanecendo viva nestes tempos de nossa fatídica atualidade.
Em Estudo Imprevisível Dudude constrói uma ambientação onde a natureza se faz exposta com uma atmosfera crua, irremediável, a imprevisibilidade é fator de provocação para construção de imagens que geram leituras ecológicas, ambientais, sociais, poéticas, humanas correlatas a existência do mundo agora.
Ficha Técnica
Concepção e Intérprete: Dudude Herman
Duração: 40 minutos
 
  • Companhia Sonia Galvão – Mangalam
Mangalam 1-Foto Rodrigo Moraes (2)
Mangalam significa auspicioso, abençoado, próspero e afortunado.O espetáculo reúne 07 bailarinos de diferentes estilos da dança clássica indiana num panorama contemporâneo, mesclando o rigor e a precisão da tradição indiana com a fluidez e leveza da dança moderna, preservando os vários aspectos de uma das culturas mais ricas do mundo.
Ficha Técnica
Direção, Concepção e Roteiro: Sonia Galvão
Assistência de roteiro: Betty Gervitz
Intérpretes: Sonia Galvão, Barbara Malavoglia, Cintia Kawahara, Deborah Rocha, Erika Strauss e Fernando Felipe
Cenário: Fabio Namatame
Plano de luz: Andre Boll
Figurino: Radhey Bhagrathi Das
Fotografia: Fabio Chelini
Filmagem: Rodrigo Moraes
Flores: Bothanica Paulista
Contra regra: Alessandra Vidotti
Produção: Sonia Galvão
Duração: 40 minutos
  • Tea-Time21/11/2015. Lugar em Reflexão) encontro com todos os artistas envolvidos e o público. Sábado às 16h.
  • Sessão Meia-Noite Olho Neles21/11/2015 às 24h
  • Erika Moura – Leontina
“Já contei essa história tantas vezes e ninguém quis me acreditar. Vou agora contar tudo especialmente pra senhora, que se não pode ajudar, pelo menos não fica me atormentando como fazem os outros”.
Assim começa a narradora-personagem de “A Confissão de Leontina”, conto da Lygia Fagundes Telles que retrata uma realidade muito brasileira: uma menina pobre, Leontina, nascida numa pequena cidade do interior (de nome sugestivo, Olhos d’Água), que foge para a cidade grande. Pouco letrada e “sem ter quem com ela se preocupe no mundo”, trabalha como dançarina de aluguel. Sofre as agruras da metrópole, até parar atrás das grades, de onde ela passa a narrar sua trajetória.
Ficha Técnica
Dança, concepção e figurino: Erika Moura
Luz: Marisa Bentivegna
Direção: Marat Descartes
Produção: Michele Carolina
Fotografia: Arô Ribeiro
Duração: 30 minutos
Prêmio Zé Renato de teatro para a cidade de São Paulo
  • Nina Giovelli – DESVIANTE ou Glory Box – uma dança inadequada
Desviante é uma dança-resposta às inquietudes provocadas num corpo feminino por uma cultura de adequação. Um devir-dança gerado a partir de investigações em primeira e em terceira pessoa, um desvio. Vem para experimentar imaginários, gestos e perspectivas; vem para problematizar construções de identidade e vivenciar desejos. O corpo não se fixa, ele transita, desvia.
Ficha Técnica
Concepção, criação e performance: Nina Giovelli/
Trilha sonora: Otávio Carvalho/
Iluminação: Cauê Gouveia/
Provocações: Monica Lopes e Patrícia Árabe/
Arte gráfica, foto e vídeo: Pedro Ivo Carvalho/
Produção: Thaís Rossi.
Duração: 30 minutos
  • LUGARIZAÇÃO (Residência Coreográfica) Apresentações dos resultados das Residências Artísticas de 2015.
  • Joana Ferraz – “Besta”
    BESTA - still“Estarei aqui, pesarei sobre o assoalho. Eu sou.”Um galho de árvore, um tronco úmido, um pedregulho, um porco morto. O peso das coisas no chão. As coisas. O nome de cada coisa. Existência contra existência.
Ficha Técnica
Dança: Joana Ferraz
Som: Joana Ferraz e Ricardo Vincenzo
Fotografia: Ilana Lichtenstein
Duração: 30 minutos
Agradeço aos Montes, aos Players, aos Exercícios Compartilhados e aos amigos que visitam esse processo em conversas, em ensaios, em existindo na minha vida.
  •  Calu Zabel – “O Axexê da Bailarina Morta”

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Axexê é o ritual fúnebre do candomblé, que serve de inspiração para esse trabalho. A bailarina morta é alguém com quem compartilhei uma identidade. Esses dois elementos criam essa pesquisa em dança e performance sobre corpo, memória e imaginação. (em processo).
Ficha Técnica
Concepção/performance: Calu Zabel
Figurino: Gabriel Gutierrez
Música: NU
Colaboradores: Maíra Silvestre, Ubiratã Trindade e Gabriel Gutierrez
Produção: Carpideiras Produções Artísticas Ltda
Duração: 30 minutos
  • Adega Olmos e Thiago Salas – “Corações Partidos”
IMG_3173Serão realizados experimentos e reflexões, a partir de um mote conceitual, cunhado na análise de estados psicológicos existente em situações de aflição, geradas na fragmentação do ser, em relações que se interrompem, quebram, geram perdas, criam faltas e assim causam a fragmentação do ser, definida pela expressão – CORAÇÃO PARTIDO.
Ficha Técnica
Criação e Concepção: Adega Olmos e Thiago Salas
Performers: Adega Olmos e Thiago Salas
Figurino: Helena Obersteiner
Duração: 30 minutos
  • Workshop Dança Indiana com Sonia Galvão das 15h às 17h no domingo 22/11/2015.
Workshop de dança clássica indiana Odissi, técnica que tem como objetivo aprimorar e exercitar a concentração, a musicalidade e a coordenação motora.
O ensino dessa dança segue normas do corpo bastante diferentes daquelas usadas em outras formas de dança. Posições e ritmo dos pés, flexões do corpo, maneiras de andar, juntamente com expressões faciais e o gestual das mãos, são elementos que estabelecem uma relação entre música, poesia e dança em uma movimentação estilizada e graciosa. Aquecimento das articulações. Consciência corporal para dança indiana. Introdução à técnica Odissi / exercícios de Chowk e Tribhang. Talas, mudras (gestual das mãos ). Dança pura (Nritta ) e dança expressiva (Nritya ). Pequena composição coreográfica . Alongamento e relaxamento
Sônia Galvão. Bailarina, professora e pesquisadora, de formação clássica e moderna , desde 1988 estuda e trabalha com as danças indianas. Estudou com grandes nomes da nossa dança, como Ismael Guiser, Vitor Navarro, Sonia Mota, Suzana Yamauchi, Luis Arrieta, entre outros. Atuou em diversos grupos e espetáculos de dança, montagens no Teatro Galpão, Grupo Experimental de Dança, até a formação de seu próprio grupo, o Andança, formado apenas por mulheres, em 1978. Trabalhou como assistente e bailarina de Ivaldo Bertazzo durante seis anos, participando em todos osespetáculos e produções. Viaja para a Índia constantemente para cursos de reciclagem (Nova Delhi, Orissa e Aurangabad). Escreveu o livro “Dança Clássica Indiana –Odissi ,guia de referência para iniciantes.
2ª SEMANA da PROGRAMAÇÃO27, 28 e 29 de novembro de 2015   (sexta às 21h, sábado e domingo às 20h30).
  • Corpos Nômades – “O Especulador de Olhos Invisíveis de Carne”- Pré-estreia do novo espetáculo, que utilizou o LAB CRIAÇÃO CORPO UM LUG@R NÔMADE, que foi marcado pelo encontro dos intérpretes e o público participante na busca de criar uma cumplicidade entre o fazer e refazer a dança contemporânea. Considerando os procedimentos conectados à formação e à criação, onde o corpo do intérprete busca diferentes lugares e estados para daí encontrar – se com outros corpos que o habitam.   Neste processo o texto de Samuel Beckett O DESPOVOADOR serve de condutor para que o corpo perca-se e depois encontre-se de um outro modo, como se buscasse uma saída ou entrada à ficção, ao sonho e à subjetividade do existir.

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Estreará no dia 04/12, seguindo em temporada até o dia 20 de dezembro de 2015.
Ficha Técnica
Concepção e Direção: João Andreazzi
Elenco: Dresler Aguilera,  Gervasio Braz, João Andreazzi e Letícia Mantovani
Trilha Sonora: Felipe Julian
Iluminação: Décio Filho
Figurino: David Schumaker
VJ: Fran Rockita
Cenário: Cia. Corpos Nômades
Designer Gráfico: Juliana Basile
Duração: 50 minutos
  • Célia Gouvêa – Alavancas e Dobradiçasvitor_vieira_fotografia-7888
Elo com o público: a proposta coreográficade Alavancas e Dobradiças é estabelecer vínculos, interações, relações como público presente, a ele dirigindo-se diretamente durante a apresentação. Se há no ponto de partida questões especificamente  artísticas, há a constatação de que elas concernem igualmente qualquer pessoa. A reflexão sobre a dança absorvida através do aprendizado suscita questões referentes à formação: se, de um lado, esta de fato molda o corpo, por outro lado convém lembrar o sentido da palavra grega tekné, que corresponde ao bem fazer artesanal, tornando a pessoa apta a exercer com domínio um ofício, qualquer que ele seja – a dança, por exemplo.
Ficha Técnica
Coreografia e interpretação: Célia Gouvêa
Operação de Luz: Rafael Petri
Fotografia: Vitor Vieira
Produção: Ação Cênica Produções Artísticas
Duração: 40 minutos
  • Grupo Pró-Posição Andrea Nhur e Janice Vieira – Vis-à-Vis
Vis-à-Viscom Janice Vieira e Andréia Nhur - Preestreia
Nesta criação, mãe e filha bailarinas, emergentes de contextos políticos e culturais distintos, conflitam suas memórias e perspectivas de arte. A mãe viveu e dançou, de maneira engajada, os anos 60/70 no Brasil; a filha nasceu nos anos 80, quando o combate radical saía de cena para dar lugar ao radical-chic. As conversas que daí surgem colocam frente a frente não só dois corpos de idades e movimentações diferentes, mas também as ideologias, os sonhos e as ações.
Ficha Técnica
Criação e execução: Janice Viera e Andréia Nhur
Colaboração artística: Isabelle Launay
Iluminação: Roberto Gill Camargo
Produção: Paola Bertolini
Duração: 40 minutos
  • Sessão Meia-Noite Olho Neles – 28/11/2015 às 24h
  • Faixa Um/Vagner Cruz – F4 Cicatrizes
10845978_10203134094267352_5052640569701776291_nNum objetivo questionador e não afirmativo, retrata o corpo no seu paradoxal processo civilizatório, transpondo pra cena movimentações atreladas a um ser humano impulsivo e maquinal, que se comunica com o meio em que vive na busca de uma conformidade com as necessidades tecnológicas de sobrevivência do mundo.
Ficha Técnica
Concepção, Coreografia e Arte Sonora: Vagner Cruz
Assistência de Dramaturgia: Bérgson Queiroz
Iluminação: Rossana Boccia
Cenário: David Shumaker
Figurino: Helena Yambanis
Fotografia: Gal Oppido
Elenco: Alberto Magno, Alex Martins, Lívio Lima e Rossana Boccia
Duração: 30 minutos
  • Triangulo Nuclear – Descartáveis (Trabalho em Processo)
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É uma obra ainda em processo sobre a superficialidade das relações atuais, estranhamente transformadas pelas tecnologias. O trabalho cria um ambiente frio e artificial, utilizando elementos plásticos e questionando a maneira como lidamos com o outro e com a matéria/carne de que somos feitos.
Ficha Técnica
Direção Coletiva: Antonio Marques, Flavia Lucato e Natalia Yukie
Elenco: Antonio Marques, Flavia Lucato e Natalia Yukie
Duração: 30 minutos
  • LUGARIZAÇÃO (Residência Coreográfica) Apresentações dos resultados das residências artísticas de 2015. 
  • Larissa Verbisck e Bruno Avoglia – CavaIMG_0960
É um trabalho que olha para as idas, porque urge pelas voltas. Resulta do             que “põe em relação”, ação-metáfora sistema sanguíneo humano. Esse é o mote disparador da criação da dança, na busca do encontro com a própria subjetividade e de uma arte que escolhe seu posicionamento diante da realidade.
Ficha Técnica
Direção e Interprete: Larissa Verbisck
Direção e Interprete Musical: Bruno Avoglia
Duração: 25 minutos
  • Josefa Pereira – HideBeHide
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Se a dança é de alguma maneira uma força invisível que toma o corpo para o movimento, que faz com que alguém se lance pelo espaço, poderia ela ser única e radicalmente movida pelo nosso desconhecido e invisível lado? Como dançar o desconhecido? Como dançar com as costas, ou para trás? Como dançar unicamente com este nosso lado desconhecido? Que tipo de coreografia isso faria emergir?
  • Michele Carolina – Estudos Opacos

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É uma pesquisa de movimento e dança que nasce nas ruínas e demolições geradas pela intensa ação de verticalização da cidade de São Paulo. A construção deste cenário altera profundamente as relações sociais, geopolíticas, econômicas e arquiteturais da cidade e esta pesquisa propõe-se adentrar, de forma poética, em algumas destas trincheiras urbanas. Este estudo bebe na teoria dos Territórios Opacos e Luminosos do geógrafo Milton Santos.
Ficha Técnica
Concepção, dança, objetos e figurino: Michele Carolina
Artista visual: Rafael Frazão
Fotografia: Rafael Frazão
Duração: 30 minuto
  • Workshop Dança- HAIKUTANZ, com Sonia Mota – domingo 29/11/2015 das 14 às 17h.

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É uma das formas mais curta da expressão lírica. Somente com a amplitude, profundidade e significado de seus três versos de dezessete sílabas, um haiku consegue grande força de expressão num pequeno espaço de tempo Haiku na linguagem de dança significa evocar imagens de grande intensidade através de movimentos simples e concisos. Esse encontro propõe a união do método Arte da Presença com a poesia Haikai e se desenrola em cinco fases. Aquecimento técnico. Criação de um haiku literário. Transformação do mesmo em movimento. Composição dramatúrgica dos haikus criados. Pequena apresentação final.
Sônia Mota. Nasceu em 1948, São Paulo, e iniciou sua carreira em 1963. Exerceu um papel decisivo na dança contemporânea brasileira como bailarina, professora e coreógrafa nas décadas de 70 e 80. Trabalha há 25 anos conjuntamente na Alemanha e no Brasil. Profissional independente, cria e dirige projetos sozinha e em parceria com profissionais das artes cênicas de ambos países.
  • Encontro “SURREALISMO O ESPECTADOR ALUCINADO” com Claudio Willer, domingo 29/11/2015 – 17h30 às 19h30. Uma maneira de dar continuidade a oficina “Surrealismo Uma Poética da Alucinação” que ocorreu durante o mês de abril, dentro do projeto Corpo Um Lug@r Nômade.

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Adicionando algo a um curso sobre surrealista, em abril deste ano, a outros cursos de surrealismo e a uma palestra recente sobre Antonin Artaud, e como um dos aspectos da caracterização do surrealismo como poética da alucinação, tratarei do corpo: das representações visuais de corpos no âmbito do surrealismo e de autores que podem ser ligados a esse movimento, e também das expressões poéticas. Relacionarei ambas, valendo-me dos recursos possibilitados pelo ‘datashow’, pela projeção de imagens. Valorizarei mulheres que se expressaram desse modo.

 

Inscrições para os Workshops e Palestra: Encaminhar um e-mail  com  uma carta de intenção para: mostralugarnomadededanca@gmail.com

 

FICHA TÉCNICA DA VIII MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA 
Direção Artística: João Andreazzi
Produção: Cia. Corpos Nômades e Assistência de Produção: Marcela Costa
Iluminação: Direção Técnica: Décio Filho. Montagem Técnica: Edinelson Tavares, Geraldo Fernades, Nuno Cayres e Luciana Ribeiro.
Designer Gráfica: Juliana Basile

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“Corpo Um Lug@r Nômade”

Procedimento coreodramaturgráfico no LAB DE CRIAÇÃO CORPO UM LUG@R NÔMADE, com a presença do músico Felipe Julian.  Onde experimenta-se a fusão da coreografia, com a dramaturgia, a música, a cenografia (objetos de cena), a iluminação e a vídeo arte. Pré-estreia na VIII MOSTRA LUGAR NÔMADE DE DANÇA, que acontecerá de 20 a 29 de Novembro de 2015, no Espaço Cênico O LUGAR.

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